segunda-feira, 2 de abril de 2012


A  vida que nasce em ti 

Dentro do teu olhar me vi a nascer, mal nessa altura sabia o que viria a acontecer.

De braços estendidos e no berço do teu ser,
vi o teu mundo ao qual nesse momento passei a viver.

É tudo o que queria ter!

Esse olhar que cativa e penetra o mundo, desocupa a mente para que ela seja livre lá mesmo no fundo.
Como a mente de um samurai que mesmo assim fez tudo para se recordar do que já lá vai.

Esse verdadeiro lutar é tudo o que eu queria!
Mas noutro momento o olhar é tudo o que me mais temia!
Porquê?
Porque é que não vi a vida que nasce dentro de ti?
 Enquanto tu me dizias - "está mesmo aqui".

Já é tempo de desprender-se das memórias.
Agora é viver...

Viver sem demoras!!!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Linkin Park

Adoro música e desenhar o que me fez pensar "porquê não juntar as duas!?" , como tema a banda dos USA (Linkin Park) de Chester Bennington, Mike Shinoda, Joe Hahn, Brad Delson, Rob Bourdon, David "Phoenix" Farrell com as seguintes músicas: leave out all the rest, num , the menssenger , what i´ve done, given up, bleed it out, shadow of the day, waiting for the end, in the end new divide e from the inside .


quarta-feira, 28 de março de 2012

Paralelismo da nossa mente
Quando seguras-te a minha mão...

Quando seguras-te a minha mão
senti um rio a nascer dentro de ti
a correr-te nas veias, e que,
me abastece.
Como o Nilo ao Mediterrâneo.
A corrente trás até mim
a paixão no topo de ti.

Esses seis mil seiscentos e cinquenta quilômetros vindos de ti chegam num segundo até ao meu coração .
Até que a corrente do nosso amor atinge a minha mão...
E todo eu ganho vida
e finalmente saiu da escuridão.

Quando seguras-te a minha mão
senti que não estava sozinho.

Esses momentos efémeros estarão para sempre na minha mente
vindos de ti ficarão eternamente.
Até que num momento o rio secou,
porque a tua mão a minha largou.
E todo eu perco vida.
Seco, sem destino,
mas com a esperança de uma nova gota corra no teu leito,
por fim voltas-te
libertaram-te e voltas-te a correr
para me encher
num horizonte de se perder.

Quando seguras-te a minha mão
encontrei de novo o caminho.

Quando seguras-te a minha mão
Vivi!